András Sümegi, acabei de descobrir agora este fotógrafo e quero saber mais, acho esta fotos maravilhosas.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
“Sou um ser humano normal, mediano, mais ou menos equilibrado. Às vezes a rir, outras a chorar. Tenho capacidade para dar um abraço por impulso e outras vezes, infelizmente, não consigo controlar uma má palavra. Deixo fluir as minhas emoções sem complexos mas com o pudor necessário, no respeito por mim e pelos outros. Sou um ser sociável e solidário, tanto na dor como na alegria dos que me rodeiam.Escolho, por princípio, o lado mais luminoso da vida.Até posso dizer que a maior parte das vezes tenho a coragem de ser feliz.Mas lá na parte mais funda, no lugar mais verdadeiro do Ser continuo a chorar-te.Nesse lugar que é só meu.”- De ... (GVP)
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Ontem à tarde comemos torradas com doce, bebemos chá, falámos de tudo e de nada, aquecemos os nossos rabos e mãos junto à salamandra da cozinha. Rimos muito porque já não conseguimos ler o rótulo do frasco de doce sem óculos, porque o Titão
estava com medo da Mia (uma pastor alemã de dois meses), porque ia chegar um sofá novo para a Cláudia, porque nos conhecemos com 15 anos no colégio e agora estamos a chegar aos 50.
Continuamos a rir toda a tarde simplesmente porque as coisas pueiris ainda nos deixam felizes.-GVP
estava com medo da Mia (uma pastor alemã de dois meses), porque ia chegar um sofá novo para a Cláudia, porque nos conhecemos com 15 anos no colégio e agora estamos a chegar aos 50.
Continuamos a rir toda a tarde simplesmente porque as coisas pueiris ainda nos deixam felizes.-GVP
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Claro que é ficção, não existem pessoas assim...
“O Senhor Engenheiro”
- Você vai ficar na mesa lá ao fundo com o pai. Não se esqueça que não pode tirar as luvas, fale o menos possível com as pessoas mas sorria muito. O pai, já sabe, nada de desapertar a gravata ou ficar em mangas de camisa. Se lhe perguntarem alguma coisa, vendeu uns terrenos lá na terra e fez um dinheirito mas tudo muito vago, nada de pormenores. Fale pouco e sorria muito.
A mãe nunca tirou as luvas mas tagarelou animada durante todo o jantar, com a Dores.
- Os pais do Senhor engenheiro são um espectáculo. Gente simples como nós, já combinamos uma sardinhada lá no campismo. Os paizinhos vão lá ter. O meu Oliveira está muito honrado. Não desfazendo, o paizinho é uma jóia
Estava tramado, agora tinha de organizar um almoço para os seus colaboradores na quinta da mulher. Tinha que evitar a todo o custo que os pais fossem a uma sardinhada no campismo, na roulotte daquela que habitualmente lhe servia o café e tirava as fotocópias.
Tomou uma resolução: dali em diante quem lhe iria servir os cafés era a secretária, nunca mais queria ver a Dores a entrar-lhe no gabinete.
O “Engenheiro” nasceu numa vila do litoral, a Sul ou no Norte de Portugal, pouco importa. Teve uma infância infeliz, filho único de um pai empregado numa bomba de gasolina e de uma mãe que trabalhava a dias.
Durante a sua infância e adolescência, todos os Verões eram passados com os pais numa garagem, no meio de um calor sufocante. A casa da família era arrendada ao mês a uns senhores de Lisboa. Ele bem via a troça que eles faziam da Ceia de Cristo que a mãe tinha na sala de jantar. Comprara-a o pai na feira de Agosto, numa barraquinha ao lado do “Poço da morte”.
Odiava a Ceia de Cristo, odiava aqueles pais grotescos e odiava os Lisboetas que passavam os meses de Verão em sua casa. O chefe daquela família de emproados era Director Geral de um qualquer Departamento na Função Pública.
Na mesma proporção em que ao longo dos anos os dedos dos pais iam ficando encardidos pela gasolina a situação económica da família ia melhorando. Um dia os pais compraram a bomba.
Foi estudar para o mesmo colégio onde andava o filho do Director Geral.
Fez faculdade e entrou na política, depois de ter passado pela Associação de Estudantes.
O antigo colega não era boa rés, tinha feito um desfalque na associação de estudantes, para desespero dos pais. Mas o antigo colega tinha um apelido sonante e não se importava de passar por seu amigo de infância mesmo sem nunca terem brincado juntos. Convidou-o para Chefe do seu primeiro Gabinete.
Após uma perseguição feroz a todo o funcionalismo público, o “engenheiro” odiava-os a todos, desde as Donas Dores aos Directores Gerais, chegou longe.
Hoje é o dia em que é o “candidato” de um grande partido político, está bem posicionado nas sondagens.
Tinham-lhe dito para levar os pais ao último jantar comício de encerramento da campanha, muitos dos votantes iriam identificar-se com um candidato de origens humildes.
Concordou com os argumentos, levou os pais sob a condição expressa de a sua a mãe vestir um casaco tipo Chanel, ripar o cabelo no cabeleireiro e sobretudo não descalçar as luvas em circunstância alguma.-GVP
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Será esta uma escolha a "Bem da Nação"?
Sou técnica superior jurista na função pública desde 1991 e já estou um bocadinho farta dos "privilégios" que nós os funcionários públicos temos. Se alguém quiser trocar e ficar com os meus "privilégios" é só dizer.
Eu seu, parece que somos uma corja de incompetentes, madraços, cheios de vícios.
O que seria de nós senão fosse a "bondade" dos partidos políticos que da Esquerda para a Direita e da Direita para a Esquerda, não raro, nos enviam o que de melhorzinho lá têm para nos moralizar, para nos limar as arestas?
Ainda bem que existe responsabilidade civil e criminal pelos actos de gestão pública...esperem...não, não é bem assim. Pois, estou enganada não existe sempre...Bom não interessa, em todo o caso "Eles", boys and girls vêm sempre moralizar e ensinar o funcionário público a ser funcionário público.
E nós só temos que agradecer respeitosamente todo o RESPEITO que muitos têm demonstram pela Coisa Pública e a DIGNIDADE com que nos tratam
A humilde funcionária,
Germana Vaz Pinto
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Assumidamente não acho muita graça ao jogo do futebol, acho péssimo o jogo de interesses económicos à volta deste desporto. Parece-me um escândalo as negociatas com os passes dos jogadores, não aprovo as quantias exorbitantes que se gastam com o salário de alguns. De um modo geral o Universo do futebol não me interessa, depois tenho destas coisas contraditórias: ADOREI QUE O CRISTIANO RONALDO TENHA GANHO A BOLA DE OURO - GVP
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Lat Passione
Sofrimento, sentimento excessivo,
amor ardente, grande mágoa, tudo isto são sinónimos de paixão.
Tive uma única na vida e no meu
caso particular não foi bom. Não havia amor do outro lado e foi difícil entender
porque Ela, a paixão, possui a capacidade de nos alterar os comportamentos e
até o pensamento. O Eu emocional consegue sempre “dar a volta” ao Eu racional.
Deixemos o meu caso particular
que já foi há muitos anos…
Se é bom amar? Claro que sim mas
amar não é sofrer. Paixão sem amor recíproco não vale nada. E depois “quando o fogo que arde sem se ver” se
extingue, algumas vezes apanhamos grandes sustos porque no lugar do “eterno príncipe/princesa” estava afinal um sapo feio ou uma rã medonha,
um coração desalmado que não soube ser digno do sentimento que provocou no
outro.
Na maior parte das vezes amar apaixonadamente é um acto generoso,
se assim não for, então não foi paixão/amor, foi apenas uma obsessão.
Mas então o que fazer quando nos
sentimos tão parvos porque amamos desenfreadamente um “sapo feio” ou uma “rã
medonha”? Vamos odiar a pessoa amada
porque no caso concreto em muito contribuiu para o nosso sofrimento,
alimentando os nosso equívocos?
Eu diria que não, concordo com
Ovídeo “Quem põe ponto final a uma paixão com ódio, ou ainda ama ou não
consegue deixar de sofrer” - GVP
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Em quase 50 anos de vida ter
atitudes ingénuas, como acreditar que há sempre um lado bondoso em todos os seres
humanos, é um defeito (pecado) mortal. Outro terrível defeito é a espontaneidade
de assumir que se padece do primeiro.
Mas sem estes pecados, as cores da minha vida teriam sido sempre
menos brilhantes.- GVP
domingo, 5 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Das escolhas dos outros,coisas que me fazem doer
Segundo uma notícia da NBC, o
jornal pró-Pequim Wen Wei Po, de Hong Kong veio contar que Kim Jong-un mandou
executar o seu tio Jang Song-thaek, considerado até aquela data o número 2 no
comando da Coreia do Norte, por ser culpado por traição e conspirar contra o
governo.
Foram executadas seis pessoas,
Jang e mais cinco colaboradores próximos. Todos despidos e largados a 120 cães
de caça que estavam a cinco dias sem comer.
Kinm Jong-un e o seu irmão Kim Jong-chol
assistiram ao massacre ao lado de outros 300 oficiais.
Como Jang Song-thaek era
igualmente acusado de fomentar o jogo ilegal
e consumir drogas , Kim Jong-un aludiu ao tio no seu discurso de Ano
Novo declarando que a “escória” da Corea do Norte tinha sido eliminada.
O nosso Mundo vai assistindo a
estas e a outras atrocidades, comodamente instalado no sofá, e por cá (em
Portugal) ainda há quem defenda a democraticidade do regime da Coreia do Norte.
Até onde pode chegar o fanatismo político! - GVP
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Subscrever:
Comentários (Atom)










