sábado, 15 de março de 2014

Afinal devia ser só uma questão de AMOR
"Como é que pode? Não pode, desculpem mas não consigo entender esta enorme contradição de alguns homossexuais em serem contra a coadoção dos casais homossexuais. 

Coadopção quer em casais heterossexuais ou homossexuais consiste em estender o vínculo de parentalidade de um dos elementos do casal (pai ou mãe biológica ou adotante) ao cônjuge que ainda não o possui em relação à criança.
Mas voltando aos homossexuais que são contra a coadoção dos casais gays, então têm direito a formar uma família (um novo tipo de família) mas reconhecem a si próprios um estatuto de inferioridade em relação aos heteros no que concerne à capacidade de amar e cuidar de uma criança? Juro que não entendo. Amam menos? São destituídos de capacidades parentais? Para mim nem é uma questão de direitos, é uma questão de amor.
Sou mãe e heterossexual mas juro que não entendi isto.
Não me interessa se é uma questão mais de esquerda ou de direita, na verdade não me interessa nada as “trapalhadas” e joguinhos de interesses daqueles que neste momento sentam os rabos no emicículo ou “fogem” de lá quando lhes convém…

Mas respeito sim os argumentos de algumas pessoas que não pensam como eu nesta questão, respeito porque sei que estão a ser honestas com aquilo que acham ser o Superior Interesse da Criança e estão longe dos jogos de interesse político ou politiqueiro. São pessoas comuns que têm amor suficiente para se preocuparem com o que acham ser melhor para  as crianças, os seres mais frágeis e desprotegidas em tudo isto.

Cá para mim, o ideal era não ter de se legislar sobre o amor verdadeiro, enquanto sentimento puro. Porém, vivemos em sociedade e esta tem regras.

O que não suporto é o “aproveitamento” que se faz, os falsos moralismos. A questão central, torno a dizer, é o Superior Interesse da Criança e não os direitos dos adultos. 
Se alguém ama de verdade uma criança, pretende cuidar dela por SER A PESSOA QUE AFECTIVAMENTE está mais próxima da criança, então não interessa nada qual é a sua orientação sexual, religiosa ou outra. É uma escolha de amor parental verdadeiro, só se exige que seja consciente independentemente de tudo o resto. 
Quem tem um filho no coração, fará de certeza tudo o que achar melhor para ele.
Como posso eu católica dizer que um muçulmano amam menos o seu filho que eu o meu? Como posso eu hetero dizer que um gay ama menos o seu filho que eu o meu? "- GVP


2 comentários:

  1. Gostei muito desta publicação, agora que se avizinha o Dia do Pai. Sem dúvida que o Amor verdadeiro é igual para todos. Desde que seja verdadeiro, sem condicionantes. Beijo grande. Sabe que tenho agora o blogue com direitos de autor, reconhecido pelo IGAC? Para mim, foi uma vitória...Veja em www.ptretobrancoe.blogspot.com. Dê-me a sua opinião. :)

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    1. Querida tia Haydée
      Que bom saber de si :) Fico contente com as novidades do seu blogue, sei como é importante ter tudo bem protegido. Vou já espreitar. Um beijinho GRANDE da Germana

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